sexta-feira, 9 de julho de 2010

REGIÃO DE ÓRION - TODO O CÉU



Região de Orionte


Crédito: Robert Gendler (http://www.robgendlerastropics.com/ ) - copyright.

Magnífica imagem de campo largo obtida por Robert Gendler da região de Orionte, sendo visíveis, em todo o seu esplendor, a nebulosa Cabeça de Cavalo (à esquerda) e a nebulosa de Orionte, M 42 (à direita na imagem). À esquerda da nebulosa Cabeça de Cavalo vê-se ainda a nebulosa da Chama. Esta região é uma região activa de formação de estrelas, constituída por várias nuvens de gás e poeira, estrelas jovens e nebulosas de emissão e reflexão. Esta imagem foi obtida através da combinação de várias imagens resultantes de mais de 20 horas de observação.





The four super-massive stars in the Orion Nebula form a rough trapezoid called the Trapezium. The curved bright lines in the image are bow shocks. Note how all the bow shocks face inwards toward the brightest star, which produces a stellar wind that is millions of times more dense and energetic than the solar wind. Credit: C. Robert O’Dell/Vanderbilt University







This new Hubble image of the Orion Nebula shows dense pillars of gas and dust that may be the homes of fledgling stars, and hot, young, massive stars that have emerged from their cocoons and are shaping the nebula with powerful ultraviolet light. Credit: NASA, ESA, M. Robberto (Space Telescope Science Institute/ESA) and the Hubble Space Telescope Orion Treasury Project Team







This young star in the Orion Nebula is ejecting material in narrow jets from both poles. The presence of a strong cross-flow is shown by the bright bow-shock on the stars left. As a result of this cross-current, both jets bend to the right. Credit: C. Robert O’Dell/Vanderbilt University
New Image Penetrates Heart of Orion Nebula
By SPACE.com Staff
posted: 10 February 2010
07:25 am ET
New images and observations of the spectacular Orion Nebula have revealed normally hidden dusty regions and the odd behavior of very young active stars buried within them.
This penetrating view of the Orion Nebula — a vast stellar nursery about 1,350 light-years from Earth — comes from the Visible and Infrared Survey Telescope for Astronomy (VISTA), the newest addition to the European Observatory's Paranal Observatory in Chile.
Although the nebula is spectacular when seen through an ordinary telescope, what can be seen using visible light is only a small part of a cloud of gas in which stars are forming. Most of the action is deeply embedded in dust clouds and to see what is really happening astronomers need to use telescopes with detectors sensitive to the longer, infrared wavelength radiation that can penetrate the dust.

Formação de estrelas em L1641N/NGC 1999

2010-09-10

Crédito: T.A.Rector, B.Wolpa, G.Jacoby (NOAO/AURA/NSF) & Hubble Heritage Team (STScI/AURA/NASA).
Telescópio: 0.9m KPNO.

Situada na constelação de Orionte, esta região de formação de estrelas está a apenas dois graus Sul da conhecida e famosa nebulosa M 42. Nesta imagem podem-se ver vários jactos de gás a serem expelidos por estrelas jovens em formação, escavando buracos nas nuvens de gás e poeira onde as estrelas se estão a formar. O objecto brilhante visível na parte de baixo da imagem, à esquerda, é a nebulosa de reflexão NGC 1999 que contém a estrela variável V380 Orionis. Na parte de cima da imagem vê-se o enxame de estrelas jovens L1641N. Este enxame está a iluminar uma outra nebulosa de reflexão. Observações no infravermelho revelaram que nesta região existem mais de 50 estrelas em formação.

Imagem do Dia: Todo o Céu

2010-06-30

Crédito: Filipe Alves

Fotografar o céu é comum, muitos astrónomos amadores fazem-no com as suas câmaras e os seus telescópios, mas fotografar todo o céu, já é menos comum. Ainda mais quando se utiliza uma câmara digital e um enfeite de Natal para o conseguir. Foi isso que o astrónomo amador Filipe Alves fez para obter uma imagem de todo o céu, que posteriormente foi corrigida com software específico para obter uma imagem de todo o céu que cobria a Serra da Estrela na noite de 6 de Maio de 2005. Nesta imagem podemos ver a Via Láctea de uma ponta a outra do céu, bem como reconhecer várias constelações, como por exemplo Lira no Zénite, junto ao Cisne, ligeiramente mais acima. A Ursa Maior aparece do lado esquerdo por baixo.

Formação de estrelas em L1641N/NGC 1999

2010-09-10

Crédito: T.A.Rector, B.Wolpa, G.Jacoby (NOAO/AURA/NSF) & Hubble Heritage Team (STScI/AURA/NASA).
Telescópio: 0.9m KPNO.

Situada na constelação de Orionte, esta região de formação de estrelas está a apenas dois graus Sul da conhecida e famosa nebulosa M 42. Nesta imagem podem-se ver vários jactos de gás a serem expelidos por estrelas jovens em formação, escavando buracos nas nuvens de gás e poeira onde as estrelas se estão a formar. O objecto brilhante visível na parte de baixo da imagem, à esquerda, é a nebulosa de reflexão NGC 1999 que contém a estrela variável V380 Orionis. Na parte de cima da imagem vê-se o enxame de estrelas jovens L1641N. Este enxame está a iluminar uma outra nebulosa de reflexão. Observações no infravermelho revelaram que nesta região existem mais de 50 estrelas em formação. 
Fonte:
Portal do Astronomo - Portugal
http://www.portaldoastronomo.org/npod.php?id=2837

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